Tecnologia ECAS 4

Processo de Eletrólise

O processo utiliza sal de elevada pureza, água e eletricidade como matérias-primas base, às quais se adiciona ácido hipoclorídrico diluído a 3% nos equipamentos WDS 250 e WDS 500.

A potência elétrica instalada corresponde a 900 W no equipamento de menor capacidade, WDS 40, e a 3000 W no equipamento de maior capacidade, WDS 500, sendo estes valores referentes à potência máxima absorvida durante o processo de eletrólise.

A solução aquosa contendo ácido hipocloroso é armazenada em recipientes adequados, podendo posteriormente ser utilizada na forma concentrada ou sujeita a diluição conforme a aplicação prevista. Os restantes subprodutos aquosos gerados no processo são encaminhados para o sistema de esgoto convencional.

Ao contrário dos métodos convencionais de produção de desinfetantes à base de cloro, o processo não origina libertação de gás cloro (Cl₂). Durante a eletrólise no sistema ECAS4 são geradas apenas pequenas quantidades de oxigénio (O₂) e hidrogénio (H₂), que são posteriormente libertadas para a atmosfera, onde já se encontram naturalmente presentes.

  • Não. A célula é blindada e todos os bornes elétricos estão devidamente isolados de acordo com normativas de segurança.

Solução geral ECAS 4

Sim, contudo, dependendo da qualidade da água, poderá ser necessário instalar meios de pré-filtragem.

Os equipamentos WDS 40, 80 e 160 produzem solução com concentração de 250 ppm em bruto, enquanto os modelos WDS 250 e 500 atingem 400 ppm em bruto. No ponto final de consumo, a concentração de utilização varia em função da aplicação específica, podendo situar-se desde 0,1 ppm até à utilização da solução na forma concentrada.

Não, ao contrário de outros desinfetantes, o ácido hipocloroso é atóxico e não corrosivo, mesmo na solução aquosa “pura” das WDS.

Não, a diluição para cada tipo de serviço é feita através de bombas doseadoras independentes.

Não, o equipamento da ECAS4 também tem a possibilidade de ser analisado e controlado à distância através de uma simples ligação Wi-Fi.

Ciência ao Serviço da Rentabilidade

O processo ocorre numa célula eletrolítica composta por ânodo, cátodo e membrana de troca iónica, onde a aplicação de corrente contínua induz a dissociação controlada do cloreto de sódio dissolvido. A migração seletiva de iões através da membrana, associada ao controlo do pH no compartimento anódico, permite a formação predominante de ácido hipocloroso em detrimento de outras espécies cloradas menos eficazes.

Durante a eletrólise não há libertação de gás cloro. Os únicos gases residuais gerados são pequenas quantidades de oxigénio e hidrogénio, resultantes das reações eletroquímicas, sendo libertados em concentrações reduzidas. O sistema opera com controlo automático dos parâmetros elétricos e hidráulicos, assegurando estabilidade de concentração e repetibilidade do processo.

Após a produção, a solução pode ser armazenada em recipientes adequados e distribuída para diferentes pontos da instalação através de sistemas dedicados, integrando-se facilmente em circuitos existentes. A concentração no ponto de aplicação é ajustável em função dos requisitos técnicos de cada utilização.

A tecnologia ECAS4 produz ácido hipocloroso (HClO) através da eletrólise de uma solução de água e sal. O processo utiliza apenas estes dois elementos como base, garantindo simplicidade operacional e elevada segurança no manuseamento.

Os equipamentos podem produzir até 500 litros por hora, com concentrações até 400 ppm de cloro livre, dependendo do modelo. No interior da célula eletrolítica, a corrente elétrica promove a transformação controlada do sal dissolvido, originando uma solução estável de ácido hipocloroso.

A solução produzida pode ser utilizada na forma concentrada ou diluída, de acordo com a aplicação pretendida. É adequada para sistemas de beberagem animal, desinfeção de superfícies, nebulização, sistemas de aspersão e higienização de viaturas e equipamentos.

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